Robozinho verde
Robozinho Verde: Símbolo do Android
Quer começar a desenvolver para nosso robozinho verde? Veio ao lugar certo! Podemos ajudá-lo a configurar o ambiente de desenvolvimento Androi! Existem diversas formas de desenvolver uma aplicação para o Android. Podemos usar ferramentas de desenvolvimento cross-platform(tecnologia que permite, na maioria das situações, por meio de abstração, a utilização de uma só implementação para Nplataformas); Mosync. Corona SDK, Titanium e PhoneGap são bons exemplos dessa técnica. Além de ferramentas cross-platforms podemos também usar geradores de aplicativos, como, por exemplo o App Inventor (projeto descontinuado). Embora essas alternativas sejam muito convidativas e de grande apelo no que diz respeito ao desenvolvimento ágil; não atendem de maneira integra às necessidades de uma parte dos desenvolvedores. Para que possamos ter total domínio dos recursos disponibilizados pela plataforma Android, precisamos atuar diretamente com o seu kit de desenvolvimento de softwares (SDK).
Em virtude de uma melhor compreensão, julgo proveitoso uma introdução a respeito de como uma aplicação é gerida pelo Android. O sistema trabalha com uma máquina virtual chamada Dalvik, que foi construída com o propósito de ser muito eficiente com o gerenciamento de memório – recurso, até então, muito escasso em dispositivos móveis (alvo da plataforma). A Dalvik foi inspirada em Máquinas Virtuuais Java (JVMs), no entanto, a rigor, não se trata de uma JVM, uma vez que não trabalha com o mesmo bytecode (código interpretável por um processo virtual) comum entre as Máquinas Virtuais Java. A maior parte da estruturação do SDK é pensada para o desenvolvimento de aplicações utilizando a linguagem de programação Java, no entanto, existe suporte para a criação de rotinas nativas que são executadas pelo núcleo do sistema (fora da Dalvik).
Agora que já estamos a par – ainda que de maneira bem superficial – do funcionamento do sistema: vamos começar as configurações para o nosso ambiente de desenvolvimento Android.
O primeiro passo é baixar o SDK no portal oficial  de desenvolvimento do Android mantido pelo Google:
http://developer.android.com/sdk/
Baixe a versão do SDK de acordo com o seu sistema operacional. A configuração do ambiente de desenvolvimento difere pouco entre os sistemas suportados pelo kit de desenvolvimeno, portanto, acreditamos que esse guia o ajudará a efetuar as configurações em qualquer um dos sistemas operacionais. Uma boa dica: salve-o em um lugar de fácil acesso em seu disco, em ambientes UNIX indicamos o diretório do seu usuário /Users/user (no Mac OS X);  /users/usuario (no Linux) e no Windows indicamos a raiz de algum dos discos disponíveis, exemplo: c:\ .
Extraia os arquivos no diretório desejado.
Acesse o diretório android-sdk (no Linux ou Mac OS X, faça-o através do Terminal).
Entre no diretório tools.
Execute a ferramenta “android”. No terminal do Mac OS X ou do Linux, digite ./android no Windows basta clicar duas vezes no arquivo android.exe (ou escrevë-lo no command prompt).
Uma ferramenta de administração do SDK e das virtualizações do Android será aberta. Por meio dessa ferramenta podemos baixar versões diferentes do SDK; criar e configurar nossos “androids” virtuais com as características que desejamos, entre outras funções de maneira visual e prática.
Clique em Avaliable Packages (nas opções expostas no menu à esquerda).
Marque os pacotes relacionados ás versões do SDK que você deseja utilizar. (Como não tenho muita limitação em termos de armazenamento de dados em meus discos, costumo baixar todas as edições de SDKs disponíveis).
Após fazer o download das versões desejadas do SDK, é hora de instalar o Eclipse IDE: baixe o “Eclipse for Java Developers” em http://www.eclipse.org/downloads/ e o instale.
Para prepararmos o Eclipse para trabalhar com o Android SDK, precisamos incluir um plugin na IDE chamado ADT: abra o Eclipse; clique no menu Help; “Install New Software”.
Clique em “Add”, no canto superior direito. Na caixa de diálogo “Add Repository”
Na caixa de diálogo “Adicionar Repositório”, digite “ADT Plugin” para o nome e URL a seguir para o local:
https://dl-ssl.google.com/android/eclipse/
Clique em OK
Nota: Se você tiver problemas para adquirir o plugin, tente usar “http” na URL Localização, em vez de “https” (https é preferível por razões de segurança).
Na caixa de diálogo “Available Software”, selecione a caixa de seleção ao lado de “Developer Tools” e clique em “Next”.
Na janela seguinte, você verá uma lista de ferramentas para ser baixado. Clique em “Next”.
Leia e aceite os acordos de licença, clique em “Finish”.
Nota: Se você receber um aviso de segurança dizendo que a autenticidade ou validade do software não pode ser estabelecida, clique em OK.
Quando a instalação estiver concluída, reinicie o Eclipse. Pronto! Já temos o ADT instalado! Agora, vamos configurá-lo:
Configurando o Plugin ADT
Selecione Window > Preferences … para abrir o painel de Preferências (Mac OS X: Eclipse> Preferências).
Selecione Android a partir do painel esquerdo.
Você pode ver uma janela perguntando se você deseja enviar estatísticas de uso para o Google. Se assim for, faça a sua escolha e clique em Continuar. Não é possível continuar com este procedimento até que você clique em Prosseguir.
Informe a localização do SDK no painel principal, clique em “Browse” … e informe o diretório onde está o SDK (no meu caso: “/home/bender/android-sdk”.
Clique em “Apply” e depois em “OK”.
É isso! Temos instalado e configurado um ambiente pronto para o desenvolvimento de aplicações Android!
Agora, para criar um projeto Android, basta clicar em “File”; “New”; “Project” e em seguida selecionar “Android” na caixa à es